Jan & companhias

segunda-feira, março 30, 2009

Os pais e a escola

É cada vez mais importante que os pais participem activamente na vida escolar dos seus educandos. A escola faz parte do quotidiano do aluno, aliás é na escola que as cianças/jovens passam a maior parte do tempo, logo faz todo o sentido que os pais devam estar envolvidos em todo o processo de aprendizagem.

Para os nós, participar na escola, não deve ser só ir a reuniões intercalares ou de final de período para receber informações sobre a nossa filha. É preciso que os pais façam sugestões, tomem algumas decisões em conjunto com os professores, participem nas actividades da escola, etc., daí que tenhamos ficado muito satisfeitos com a possibilidade de participar no projecto “Inês de Castro”. Parece-nos um projecto bastante interessante, enriquecido pelo facto de envolver toda a turma, todos os professores, que tentam encaixar a história de Pedro e Inês, contada fabulosamente por Maria Pilar del Hierro, nos conteúdos programáticos das suas disciplinas. Quando surgiu o convite, por parte do professor estagiário de teatro, para que os pais integrassem a oficina de teatro para pais e, consequentemente, participarem na peça produzida e encenada pelos próprios filhos, não tivemos dúvidas em “agarrar” o projecto. A ideia de partilhar experiências, historias, interesses, e alguns momentos de garantida boa disposição com a nossa filha e os seus colegas, com outros pais e com os professores, tendo em vista um propósito comum, é muito aliciante e acreditamos que contribui para uma efectiva parceria família/escola. Esta é também uma oportunidade de conhecer e acompanhar a nossa filha noutros contextos que não o familiar. As actividades organizadas pelas escolas para os alunos e famílias envolvem geralmente muitas horas de preparação e o investimento de muitas pessoas. Nestas actividades temos oportunidade de conhecer melhor o espaço onde os jovens despendem tantas horas, de conhecer os colegas e as famílias, os professores e outro pessoal da escola.

Na verdade, muitas vezes, a causa da abstenção dos pais na vida escolar dos filhos passa pelos seus horários de trabalho inflexíveis e acompanhar o percurso escolar e as actividades do aluno, torna-se bastante difícil, no entanto, neste projecto, sentiu-se o empenho do professor em facilitar que a oficina de teatro funcionasse em horário pós-laboral, mesmo depois de ter cumprido um dia inteiro de trabalho. De salientar que o empenhamento dos professores, sobretudo do professor de teatro, motivou a participação dos pais no Projecto “Inês de Castro” do 8ºB…agora só falta saber se estamos à altura do trabalho realizado pelos nossos filhos…grande desafio!!

(pais de uma aluna de 8º ano, participantes do projecto anual de turma que envolve várias disciplinas e agentes educativos)

sábado, março 28, 2009

A caminho..

quinta-feira, março 26, 2009

Sáb. 28

domingo, março 22, 2009

Vamos fazer nascer sorrisos?

É esse o nosso primeiro objectivo!

Visita:
www.aesorriso.org

É já no próximo Domingo!

sexta-feira, março 20, 2009

Where are you...?

quarta-feira, março 18, 2009

22 Abr. - dia temático na FPCE

segunda-feira, março 16, 2009

Sun shines!

=D

quarta-feira, março 11, 2009

Sexta feira, 13

O grupo de jovens Vale da Luz promove a projecção desta fantático filme. Na próxima sexta feira, às 21h, numa das salas da igreja de Vale Figueira.

Esperamos por ti.

terça-feira, março 10, 2009

Sweet sunshine


=)

Ele tem brilhado com muita intensidade.
No céu.
E no meu coração.
É Ele.

"Tu és o Sol, um novo amanhecer, Tu és farol a vida a renascer.."

Até já

*Jan

quarta-feira, março 04, 2009

Pra que lado..?


Já diziam os Rio Grande, na bela voz do Tim:
P'ra que lado é que me viro, p'ra que lado?

segunda-feira, março 02, 2009

Mário Crespo, JN, Fevereiro2009

A discussão entre
uma unidade matrimonial que não contempla a continuidade da vida e
uma prática de morte, é um enunciar de vários nadas descritos entre um
casamento amputado da sua consequência natural e o fim opcional da
vida legalmente encomendado. Sócrates e Santos não querem discutir
meios de cuidar da vida (que era o que se impunha nesta crise). Propõem
a ausência de vida num lado e processos de acabar com ela noutro.
Assustador, este Mundo politicamente correcto, mas vazio de existência,
que o presidente e o secretário-geral do Partido Socialista querem pôr à
consideração de Portugal. Um sombrio universo em que se destrói a
identidade específica do único mecanismo na sociedade organizada que
protege a procriação, e se institui a legalidade da destruição da vida. O
resultado das duas dinâmicas, um "casamento" nunca reprodutivo e o
facilitismo da morte-na-hora, é o fim absoluto que começa por negar a
possibilidade de existência e acaba recusando a continuação da
existência. Que soturno pesadelo este com que Almeida Santos e José
Sócrates sonham onde não se nasce e se legisla para morrer.
(...)
Discutem a morte e a ausência da vida
por serem incapazes de cuidar dos vivos.

domingo, março 01, 2009

A paz na tua mão


"Porque onde há paz, há amor;
onde há amor, há Deus
e onde há Deus, nada falta."