Jan & companhias
quinta-feira, janeiro 29, 2009
quarta-feira, janeiro 28, 2009
João Paulo II, Sé de Lisboa, 12Maio82
"Cristãos no aconchego da intimidade pessoal;
cristãos no interior do lar - como esposos, pais e mães e filhos em 'igreja doméstica';
cristãos na rua, como homens e mulheres situados;
cristãos na vida em comunidade, no trabalho, nos encontros profissionais e empresariais, no grupo, no sindicato, no divertimento, no lazer, etc.;
cristãos na sociedade, ocupando cargos elevados ou prestando serviços humildes;
cristãos na participação social e política;
enfim, cristãos sempre, na presença e glorificação de Deus, Senhor da vida e da história."
segunda-feira, janeiro 26, 2009
sexta-feira, janeiro 23, 2009
quinta-feira, janeiro 22, 2009
terça-feira, janeiro 20, 2009
segunda-feira, janeiro 19, 2009
Companhia de Jesus
"A Companhia continua a ter mártires. Foram mortos dois jesuítas em 2008"
Entrevista Nuno Gonçalves, PROVINCIAL DA COMPANHIA DE JESUS
O Papa dá à Companhia de Jesus um papel de liderança nas questões que mais dividem a sociedade. Porquê?
É desejo de Bento XVI estarmos em situações de fronteira, e reafirmou-o ao receber-nos no Vaticano. Além de nos confirmar essas tarefas, falou do risco de estarmos aí e nas encruzilhadas da história.
Posicionamento que valeu a expulsão do marquês de Pombal!
Não é por acaso que continuamos a ter os nossos mártires. No final de 2008 foram assassinados em Moscovo dois jesuítas. Na América Latina também houve vários que deram a vida pela defesa da justiça, tal como em África.
Que opinião têm do Marquês?
A Companhia de Jesus não tem opinião oficial sobre o marquês de Pombal. Tem de se o enquadrar na Europa do seu tempo para se perceber porque é que após Portugal o mesmo aconteceu sucessivamente em vários países europeus. Tem a ver com o Estado absolutista que se queria construir então e que pretendia dominar também o ensino.
Foi um revés purificador...
Não houve possibilidade de fazer purificação porque não se nos deu possibilidade de a vida continuar.
Será expulsa mais duas vezes!
Em 1843 e em 1910. Da primeira vez havia muito poucos jesuítas e decorre da supressão de todas as ordens. Da segunda, já se tinha regressado por volta de 1850 e havia mais trabalho e património.
Há quem diga que o Estado devia pedir desculpa aos jesuítas?
É sempre um acto de dignidade reparar o erro quando se o reconhece. Mas o mais significativo que poderia fazer não era tanto aos jesuítas, mas ao ensino particular, para possibilitar um aumento significativo e concreto da liberdade de educação. De modo a que as famílias pudessem escolher a escola e o género de educação para os filhos, independentemente de condicionamentos económicos e administrativos.
Situação que o Governo não faz?
Tem uma longa tradição esta visão centralista e estatal da educação, que vem desde Pombal e que é mau para o País. Para os jesuítas, esse seria o grande acto reparador.
Sendo tão poucos, como é que os jesuítas fazem tanto?
Há muitos leigos a colaborar na mesma missão, e a nossa acção multiplica-se através deles. O importante é garantir a identidade da missão e que a nossa maneira de ser e de perceber passe para quem colabora connosco.
Há choque entre os jesuítas de diferentes idades e pensares?
Existe uma base espiritual que nos dá este ar de família. A grande diferença entre gerações é que para os novos é mais importante a vida comunitária do que para os mais velhos.
O que mudou mais?
Até há 20 anos era uma comunidade para a dispersão. Vinham refazer as forças e partiam em nova missão, mas as novas gerações dão mais importância à vida em comum e ao trabalho em equipa.
Há choques entre gerações?
Existem diferenças, mas não há choques geracionais.
E com os leigos?
Há questões práticas que é difícil os jesuítas perceberem porque estão nisto a 100% e não têm família nem horários de trabalho.
É a ordem com mais vocações.
É verdade, mas não sei a razão nem temos nenhum segredo. Há um trabalho continuado com a juventude que passa pela exigência e experiências de voluntariado que têm dado frutos em pessoas que se identificam e se querem juntar a nós. |
sábado, janeiro 17, 2009
sexta-feira, janeiro 16, 2009
quinta-feira, janeiro 15, 2009
terça-feira, janeiro 13, 2009
luz vs. escuridão
"Conto-vos que quando fechava as portadas da nossa cela... ficava uma escuridão tremenda nas alas do Carmelo...
Era assustador... era pavoroso... era desesperante...
Não tinha sentido de tempo ou espaço... sentia-me naquele momento completamente perdida...
Então rezava a Jesus dizendo-Lhe como aquilo me angustiava, suplicando-Lhe para que Ele fosse realmente a Luz que ilumina a minha vida..."
segunda-feira, janeiro 12, 2009
National Folk
'inda bem que o tempo passou
E o amor que acabou não saiu
'inda bem que há um fado qualquer
Que diz tudo o que a vida não diz
Ainda bem que Lisboa não é a cidade perfeita p'ra nós
Ainda bem que há um beco qualquer que dá eco a quem nunca tem voz
Ainda agora vi a louca a cantar do alto daquela janela
Há noites em que a saudade me deixa pensar
Um dia juntar-me a ela
Um dia cantar... como ela
'inda bem que eu nunca fui capaz de encontrar a viela a seguir
'inda bem que o Tejo é lilás e os peixes não param de rir
Ainda bem que o teu corpo não quer embarcar na tormenta do medo
Ainda bem se o destino quiser esta trágica história sou eu
'inda agora vi a louca cantar do alto daquela janela
Há noites em que a saudade me deixa pensar
Um dia juntar-me a ela
Um dia cantar como ela.
Deolinda, Lisboa não é a cidade perfeita
sábado, janeiro 10, 2009
sexta-feira, janeiro 09, 2009
quinta-feira, janeiro 08, 2009
Vamos ao circo?
There's only two types of people in the world
The ones that entertain, and the ones that observe
...diz a querida Britney, no melhor do seu regresso: 'Circus' ;)
Beijos!*










